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O SSD sempre prioriza o RPG de verdade com boa descrição de fatos e o livre arbítrio da jogatina, sem restrições de seu player ser um fumante passivo ou homossexual, não importa, no On game vale tudo desde que se tenha a boa consciência de que toda ação gera reação. Nada é de graça, se você quer tomar uma bebida gelada, roupas bonitas e novas, respeito moradia de bom descanso e privacidade etc deverá manter-se financeiramente, ou poderá contar com a ajuda mínima do santuário que sede repúblicas roupas e suprimentos básicos, mas com a intensidade dos treinos dificilmente tratará uma fratura exposta com tala e um pouco de gelo. Entenda que isso é completamente On game e todos os detalhes serão importantes.
A história se passa uma geração após a clássica. Por início desta temporada ON apenas os cavaleiros de bronze se apresentam a deusa Athena e como o sistema de jogo ele pode buscar aprimoramento e subir de hierarquia ON game. Ou seja, isso é um jogo e no jogo você deve conquistar a experiência necessária para ter poder e uma boa gama de subterfúgios. O mundo novamente entra em colapso com o passar de novos acontecimentos (Leia o prólogo), e é inevitável confrontos divinos em busca do poder da terra considerada ponto chave da conquista.

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 Ficha de Diego Kaminari ( APROVADA )

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AutorMensagem
Diego Kaminari
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Mensagens : 153
Data de inscrição : 18/10/2012

MensagemAssunto: Ficha de Diego Kaminari ( APROVADA )    Qua Fev 10, 2016 12:30 am

Dados do Jogador



Nome: Diego
Idade:  20
E-mail: [Somente administradores podem ver este link]   

Dados do Personagem



Nome: Diego Kaminari   
Idade: 18
Signo: Libra
Onde nasceu: Brasil
Armadura: Leão Menor

Características do Personagem



Aparência: Corpo de estatura baixa e sem uma estrutura muscular evidente ou avantajada, todavia não significa uma redução em sua força. Possui diversas cicatrizes pelo corpo, derivados de laminas, tiros, perfurações, uma de queimadura em suas costas próxima ao ombro esquerdo. No entanto as mesmas se resumem apenas a seu tronco e membros, deixando as mesmas quase sempre ocultas. Seu rosto e circulado por uma barba bem curta e feita, mas que vez ou outra a tira deixando sua face lisa. Seu cabelo castanho é mediano, mas não se importa de deixa-lo crescer ou corta-lo. Olhos castanhos claros na maior parte do tempo. 

Psicológico: Sua visão referente á própria vida mudou tanto quanto as estações mudam com um tempo. De um garoto nascido em um país de terceiro mundo, a visão mais ampla de um cidadão de um vilarejo que mostrou como algo pode ter tanta importância. Mais da experiencia deste jovem pode ser visto ao ler sua historia completa. No entanto seu senso de justiça é tão grande quanto seu senso de vingança, o que leva a crer que seu defeito e ligado a sua maior qualidade. Uma luta constante acontece a mente do guerreiro, todavia não interfere em seu coração originalmente e puramente bondoso. Sua experiência o tornou uma pessoa distante e de difícil entendimento que fora obrigado a amadurecer ainda muito jovem. Seu objetivo? Atualmente se resume a vingança! E livrar o mundo daqueles que lhe trouxeram sofrimento para que jamais façam o mesmo com outros da forma que fizeram com ele, o mundo um dia ira se ver livre de seus malfeitores... Os Cavaleiros de Atena!

Habilidades:



Nome: Deus do Céu
Descrição: Esta habilidade única lhe permite controlar as forças da natureza referentes a seu meio, mas especificamente o céu, assim como a energia que as moldam de maneira molecular, ou seja, o usuário tem controle total de qualquer forma de energia elétrica, podendo produzi-la, armazena-la, atrai-la, ou mesmo transformar outras formas de energia para a mesma, o que faz seu usuário também ser conhecida como “Deus do Trovão”. Também possui controle sobre os ventos, e dependendo do grau pode-se até usa-lo para voar ou lançar objetos em geral, suas aplicações são bem amplas. Ao utilizar a mesma seus olhos adquirem um tonalidade azulada.  

Técnicas:



Nome: Sopro dos céus
Descrição: A mesma pode ser realizada de duas formas de suas força, com a palma aberta e direcionada, ou de punho cerrado em forma de soco. Ambas possuem o mesmo processo, todavia com resultados diferentes. O guerreiro utiliza de sua habilidade para comprimir o ar ao redor de seu braço e em seguida o carrega com uma quantidade grande de energia, o suficiente para que se torne densa e aqueça o ar ate se tornar plasma no momento da liberação, a partir dai que o resultado difere. Com a palma aberta ar e comprimido frente a sua palma e por fim e liberada em uma grande rajada de plasma hiper-aquecido. Ao ser lançada logo de inicio a uma expansão, ou seja, a rajada adquire um diâmetro crescente tomando enfim a força de uma rajada maior que um ser humano comum. No entanto o plasma se resfria limitando seu diâmetro fazendo a rajada adquirir uma trajetória reta.
Porém com a mão do usuário em forma de soco, o ar em vez de se concentrar em sua palma, fica em constante movimento pelo braço do guerreiro e sendo gradativamente aquecido pela energia, por fim no momento que o soco e desferido a energia e liberada e forçado pelo movimento o plasma e liberada em um feixe fino com o diâmetro do punho de seu usuário. A energia e concentrada fazendo um dano maior do que com sua outra forma, ótimo para quando o alvo esta a uma distancia relativamente curto, ou para quando necessite de um dano em algum ponto especifico. 

Nome: Esfera de Zeus
Descrição: O usurário faz com que uma enorme quantidade de ar gire ao seu redor até forma uma esfera, o ar que se move em uma velocidade altíssima se torna denso. Por fim o mesmo e carregado com energia. Basicamente uma técnica de defesa, o ar denso bloqueia objetos físicos os repetindo com sua rotação, enquanto a energia presente anula ataques que contenham energia. No momento do ataque no caso de físico a energia e passada para o atacante tendo a possibilidade de gerar dano e/ou paralisia temporária, dependendo do nível e resistência do mesmo.

História de Personagem



          
           Vocês já notaram o quanto os trovões e raios são lindos? São poucos aqueles que conseguem admirar a beleza de uma tempestade. Tão imponentes, inalcançáveis e inevitáveis de certo modo. Não tem como parar uma tempestade apenas sair de seu caminho se não quiser ser pego. Em meu treinamento era isso que eu queria me tornar, uma tempestade! Mas como cheguei aqui no topo de uma montanha sendo atingida por pelo menos cem raios por minutos, tão perto das nuvens que da para quase toca-las? Para entender terão de saber de minha historia ou pelo menos uma versão exageradamente resumida dela. 
            
            Nasci em um país de terceiro mundo, mas de nada sei dele... Nunca vivi muito por lá. Logo jovem meus pais por algum motivo me levaram para um vilarejo afastado em uma ilha no frio norte do continente asiático. La eu cresci, culturalmente todos eram criados sob o ensinamento das artes márcias, realmente não entendia o motivo, mas aprendi de forma que aquilo era minha cultura, todavia nunca imaginei que seria útil para algo. Não havia muito coisa de anormal, o ancião ensinava suas artes e protegia seus escritos como sua própria vida. Fui tirado como seu discípulo o que meu chocou uma vez que achava um discípulo precisaria ser aplicado ou no mínimo interessado naquilo que fora escolhido. No entanto eu aceitei, meus pais trabalhavam, mas nunca soube por que e nunca me importei em saber, digamos que... Não tinha muito que fazer no meu dia a dia e aquela era uma forma de ficar mais próximo de meus amigos. Minha vida de discípulo não mudava muito em relação a antes, apenas que sentia muito mais sono enquanto o ancião falava, pois o que mudou foi uma incontável quantidade de ensino teórico sobre cosmos e forças do universo, deuses gregos e etc. Até que era interessante, mas nunca imaginei que havia algo teórico para aquilo. Assim foi por um bom tempo, aprendi tudo que me ensinavam... Certo dia as coisa não foram como o normal.

            A noite era fria como de costume, meu quarto era iluminado pelo luar e o sono já me acometia, o vento balançava as cortinas e trazia a mensagem daquilo havia sido preparado para aquele dia, o cheiro de cinzas. Consecutivas explosões e clarões iluminavam a vila, ao sair de minha casa vi uma cena que nunca me esquecerei. Todo o vilarejo ardia em chamas, a claridade daquela noite e as labaredas que ardiam à pele de meus amigos iluminam meus sonhos até hoje assim como seus gritos de desespero me acordam nas madrugadas. Quando uma explosão se acendeu perto de mim, não pude ver mais nada além de soldados armados guiados por um homem de armadura cintilante, e é claro... Meus pais sendo retalhados e por fim desintegrados por este mesmo homem. O que era aquilo e como podia ser possível? Pela primeira vez eu senti ódio, mas acima disto eu estava com medo. Fugi para a floresta e lá pedi a única coisa que ainda tinha... Minha consciência. 
         
           Eis que acordo em um dia cinzento, mas não era as nuvens que o deixavam assim era a próprias cinzas de meu vilarejo que se espalharam pelo ar, a expressão nunca fora tão literal. Ao voltar e então ver o que restou, encontro escombros e corpos carbonizados e outros na qual não reconhecia nem qual parte era de um emaranhado de restos irreconhecíveis. Não tinha mais pais e nem mesmo casa, o que me tinha de mais próximo agora era o velho ancião rapidamente corri para o templo. Durante o caminho vi muito amigos mortos, queimados, outros ainda pediam por ajuda com lagrimas escorrendo por seus rostos que travaram em uma expressão de dor... Segurei as mãos de muitos deles até que a morte as levasse, a cada um... A cada amigo que via morrendo uma parte de minha alma ia junto a eles, o medo perdeu lugar para a tristeza, tão profunda e sem esperança como aquele dia cinzento. 
            Chagando no templo, ou o que restou dele, revirei os escombros e em baixo de uma viga de madeira vi meu mestre que ainda vivo mantinha um olhar de esperança ao ver-me, possivelmente o deixaram vivo por achar que morreria com seus ferimentos o que de fato ocorreria... Mas não antes de falar seus últimos ensinamentos a seu discípulo dessolado que de um dia pro outro perdera tudo que tinha. Suas palavras foram arrastadas de seus pulmões pela pouca força que lhe restava, por fim me entregara uma chave e falou que no topo da montanha estava escondido seu livro e que eu devia lê-lo e aprende-lo, falou que lá começaria meu treinamento pratico de tudo que antes me ensinara. E que aquilo não poderia cair nas mãos erradas de maneira alguma. Sua morte fora vaga e apenas fiquei com a cabeça do velho mestre em meu colo, naquele momento tudo me acarretou... Eu não tinha um lar, eu não tinha mais meus pais, não tinha meus amigos, não tinha meu mestre, tudo me foi tirado em uma noite... Eu não tinha mais vida! Até que por fim aquele sentimento que estava comigo desde que meus pais foram assassinados enfraqueceu qualquer outro dentro de mim e como um filho prodigo ele voltou a meu coração, eu sentia ódio! E meu sonho era a vingança! 
 
            Durante o percurso ate o topo da montanha acabei me encontrando com alguns soldados que vasculhavam o local, e outro resultado não era possível senão uma perseguição que antes de alcançar o topo se encerrou com minha captura e a ultima coisa que me lembro é de uma coronhada que novamente me desacordou. Abri meus olhos, ainda tonto a dor logo me veio cumprimentar, eu estava amarrado em uma cadeira com vários homens de uniforme militar igual aos homens daquela noite me cercando. Queriam saber a localização do livro, mas eu nunca iria entregar! Eles destruíram minha vida por um livro idiota e não daria o gosto da vitória para aqueles covardes que matam crianças e idosos. Porem um dos homens que era chamado de “lamina” tornava seus argumentos bem convincentes. Fui torturado e sofri dores que nunca antes pensara que era capaz de sentir, mas a cada dia de tortura meu ódio me fortalecia. No entanto a tortura era só uma parte de meus dias, pois eu estava em uma prisão!
            Quando não torturada com facas, objetos perfurantes e tudo mais que se possa imaginar e causar dor eu estava levando surra e lutando pela vida contra os outros presos que lá tinha. Para um garoto de apenas dez anos aquilo podia ser algo que já o teria matado, mas aquele mundo ainda iria viver com minha presença, minha vingança ainda seria presenciada. Conseguia me manter vivo frente a outros presos, mas minhas artes macias muitas vezes não eram páreas para o estilo de luta sem regras que eles lutavam e muitas vezes os números sempre me superavam. Mas geralmente eu era ajudado por Markov, meu companheiro de cela. Markov era um russo que parecia estar sempre bêbado, no entanto era um assassino profissional e bem durão! Serviu ao exercito após algum tempo se tornou um conhecido mercenário, ate acabar naquele buraco de ratos. No inicio era um estranho, pouco tempo se tornou um “conhecido” e mais tempo depois um amigo, por fim ele acabou sendo a única pessoa que confiava. Meu parceiro era mestre em Krav Maga um estilo desenvolvido pelo exercito de Israel, criado para conflito urbano e sem regras. Seus movimentos em sua maioria mortais somado a técnicas assassinas de Markov tornaram-no uma arma humana, mas tudo isso somado a meus conhecimentos de artes márcias criaria algo muito além do imaginado. Treinei com o russo por três anos e os presos foram bons bonecos de treino, eu era jovem mais minha mente já era bem adulta, ate pior... Era assassina! Quando derrotei Markov pela primeira vez, faltavam seis meses para completar doze anos, não que eu consegui repetir isto muitas vezes... No entanto a frequência aumentou até que ao completar doze anos Markov me considerou um mestre! Rapidamente nosso plano entraria em ação, conseguimos sair da cela em busca da nossa liberdade e um rastro de cadáveres se formava as nossas costas, se tínhamos um companheiro ali seria o anjo da morte, pois presos, guardas ou quem quer que fosse... Não tinham diferença alguma! Mais eu queria mais, muitos corredores e lutas depois alcancei a sala principal muito bem decorada com placas escrita AGRA, Markov sabia muito pouco de quem nos capturou apenas que pertenciam a uma organização chamada AGRA, pois o mesmo fora contratado para assassinar um de seus membros e descobriu com boatos que a mesma organização respondia a outra, no entanto a hierarquia não me importava, pois a certeza que tinha era que todos iriam pagar pelo que fizeram naquela noite. Dentro da sala minha recepção não poderia ser melhor, o “Lamina” esta lá como guarda de um velho esguio uniformizado... A briga era certa. Em resumo o grandão foi o mais difícil para enfrentar, mas após lutar contra Markov tantas vezes que perdi a conta... Ele estava longe de ser um desafio. Coloquei meu oponente ao chão rapidamente e estava prestes ao mata-lo, logo você pode se perguntar: Senti alguma culpa ou senso moral pesando minha consciência? Eu fiquei naquele inferno por três anos sendo torturado todo santo dia por aquele homem, então posso dizer que ao mata-lo a única coisa que senti foi... Um prazer muito grande! Quebrei o pescoço do homem ao som de “Highway to Hell” do ACDC que coincidentemente estava tocando em um radio na sala, eu realmente estava pegando a estrada do inferno, mas para sair dele... Todavia estava mandando muita gente para lá também!
            Eu estava feliz e não foi difícil acabar com que sobrou daquele buraco que vivi por três anos, uns hematomas a mais não iam fazer diferença, mas agora tinha um objetivo, pois a ultima coisa que o velho comandante de toda aquela merda me disse foi o nome daqueles homens de armadura na qual um deles matou meus pais.
s Cavaleiros de Atena, aqueles seres miseráveis que não se importam com a vida! Destruíram sua vida e vão destruir muitas outras... Pois são assim que eles são!”
Não sei se o velho morreu por eu ter lhe enfiando um pedestal de bandeira no peito ou se foi de tanto rir ao olhar pra mim e me dizer suas palavras. Mas foi como um porta bandeira humano que aquele velho me deu um objetivo, cavaleiros de Atena era como se chamavam o grupo que juntamente a esse tal de AGRA destruiu meu vilarejo... Bem o AGRA já era, os próximos seriam os cavaleiros de Atena!

            Consegui sair daquela ilha roubando um barco... Sim, descobri que no fim eu estava em uma ilha e sim, eu aprendi a pilotar um barco! Você acha que eu e Markov ficamos lutando a madrugada toda? Nos intervalos eu aprendi algumas coisas uteis, mas de qualquer forma meu companheiro me acompanhou e quando chegamos à terra firme chegou a hora de enfim nos separar. Três anos sobrevivendo com alguém o tempo inteiro acaba criando laços, e eu realmente me importava com aquele russo desgraçado! Ele virara mais que meu amigo ele era meu irmão e sei que ele sentia o mesmo, no entanto quando o indaguei o que faria eu apenas recebi uma frase como resposta: “Terminar meu trabalho e voltar a trabalhar!”. Eu sabia que o encontraria novamente algum dia, apenas torcia para que ele estivesse com todos seus membros até lá. 

            De volta à região do meu vilarejo vi que nada havia mudado, os escombros estavam cobertos pela vegetação que tentava se erguer daquela terra morta, as cinzas voaram com o vento e chuva, mas ainda havia vestígios dos cidadãos que habitavam aquele lugar, nada mudara ali... Mas percebi que uma coisa mudou, eu mesmo! Eu não era a mesma criança que sairá daquela ilha capturada... Cada cicatriz que hoje tenho no corpo me ensinou como o mundo realmente é e hoje cada uma delas me faz questionar se ainda poderia ser chamado de criança. Aquele garoto morreu com seus pais e seu vilarejo naquele dia cinzento. Subi a montanha com a chave que eu havia recuperado na sala do comandante do AGRA, foi uma subida desafiadora e o frio aumentava assim como o ar ficava mais denso. Ao chegar ao topo me deparei com uma velha e pequena construção de estilo japonês, lá dentro escondido de forma que só quem viveu com meu mestre poderia descobrir estava um cofre que aberto pela minha chave revelava o livro que muitas vezes via o ancião lendo e protegendo. Li o livro e me deparei com varias explicações de como treinar utilizando e aprofundando meu cosmos, era algo realmente inimaginável comparado ao que eu sabia e chegara a ser sobre-humano. Mas se aquilo foi motivo para destruir meu lar e matou a todos que conhecia, se aquele conhecimento valia tanto a pena assim... Eu ira dar credito a ele! 
            Comecei meu treinamento sem cessar nenhum momento, treinara no frio e nas constantes tempestades que assolavam o topo da montanha. Meu primeiro mês de treinamento lá em cima não se comparou a dificuldade de três anos na prisão... Doenças, ossos quebrados, tudo me assolava, todavia eu não parava, pois aquilo era a única coisa que tinha na vida! Eu vivia da caça de animais na base da montanha e teve dias que não conseguia nem subir novamente. Mas após três anos comecei a obter resultados, subir a montanha era algo que eu comecei a fazer em segundos com minha velocidade e minha força era definitivamente sobre-humana. E demorou três anos para entender o que realmente meus malfeitores queriam com aquele livro, nele ensinava uma habilidade única passada de gerações... Imperium elementorum! Em tradução livre significa “Controle Elemental”, uma habilidade que dava o total controle dos elementos de seu meio, é bem mais complexo de explicar... Por fim, aquilo me foi confiando e certamente era aquilo que eu iria aprender... Eu seria uma tempestade! Demorou um ano para que eu pudesse ter capacidade de aprendê-la, mais um para assimila-la, e mais outro para domina-la e com certeza muitas tempestade o que não era problema ali no topo. Quando aprendi foi necessário urrar e gritar para a imensidão do céu negro sendo respondido por trovões e relâmpagos, até que por fim um raio corta o véu negro e me acerta nas costas... Foi a ultima vez que me queimei com algo, após aquele dia não importa quantos raios me acertavam nada mais me afetava era como seu eu fosse a própria tempestade. Aquilo fora o inicio, quando dominei completamente conseguia fazer coisas incríveis. Corria na velocidade do som, um soco destruía rochas, resistência impensável e acima de tudo também tinha o poder dos céus!
          
              De tanto ler aquele livro eu o decorei, realmente aquele conhecimento não poderia cair em mãos erradas... Por fim eu o queimei. Era a única coisa que tinha que me lembrava de quem fui e de onde eu realmente vim, mas ao analisar a melhor a lembrança disso eu tinha dentro de mim, eu tinha o legado daquilo que todos que eu amava se sacrificaram para proteger. Seis anos de treinamento naquela montanha e estava na hora deu partir, minha vingança agora viria e os cavaleiros de Atena saberiam certamente quem eu era. 
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Diego Kaminari ( APROVADA )    Qua Fev 10, 2016 8:53 am

Gostei do enredo.

Façamos alguns ajustes no entanto!

Na sua habilidade você diz controlar elementos, mas dois deles na mesma habilidade é um pouco over para um personagem iniciante, terei que limitá-lo a um ou outro e abrir para você aprimorá-la conforme o andamento do jogo.

Sobre sua história**

Você é um inimigo dos cavaleiros, nesse caso é inviável que você traje uma armadura. Seu personagem é aceitável sem uma veste de qualquer maneira, portanto se você concordar poderá seguir sem vestí-la e fazer desta tarefa um objetivo.

Outro ponto, os cavaleiros não retornaram em sua totalidade, não se sabe se existem cavaleiros vivos ou não pois eles estão retornando agora, tornando a possibilidade do rapaz de armadura presente na sua história ser um cavaleiro, nula. Ou seja, se sua intenção for encontrar esse homem, poderá fazê-lo desde que ele não o apresente como um cavaleiro de Atena, pois a criação de npcs no santuário é exclusiva da staff (no caso seu personagem estaria enganado, assim como o velho que o disse isso).

Enfim, achei super interessante o resto, com esses ajustes ele estará no jogo sem perder o contexto dele, fazendo um cara vingativo e cego pra verdade de começo, e o desenrolar dele é todo com você.

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MensagemAssunto: Re: Ficha de Diego Kaminari ( APROVADA )    Qua Fev 10, 2016 11:38 am

Cara eu ja havia conversado com Sunao e o Draco em relação a ele! Olha a ideia era ele seguir sem a armadura mesmo, tipo ele sera um inimigo dos cavaleiros até que se mostre a verdade, o que me leva a outro tópico... Sim! Ele foi eganado, passei um tempo desenrolando essa historia com o sunao, sem da Spoilers, e comandante do AGRA antes de morrer me fez ficar contra os inimigos deles e de um outro grupo na qual eles respondem. Foi uma tática, o que leva a falar que claramente o homem de armadura NÃO era um guerreiro de Atena, mas na cabeça do personagem ele é! O homem de ardura pertence a outra facção na qual controlava o AGRA. Meu personagem sera o inimigo inicial do cavaleiros mas sera convencido da verdade e a constelação de leão menor ira responder a ele. Entendeu? kkk

Quanto a habilidade, peço humildemente e reconsidere pois o controle da habilidade e o controle dos céus e não de um elemento e também porque minhas técnicas utilizam na junção dos dois para existirem, logo retirar um ou outro me faria ter de iniciar quase que praticamente uma nova ficha do inicio... Sad  Então proponho que mantenha os elementos, mas que o controle seja bem reduzido, deixando apenas o suficiente pra realizar as técnicas e vou melhorando de acordo com o evoluir. Pode ser?
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Diego Kaminari ( APROVADA )    Sex Fev 12, 2016 6:09 pm

Perfeito então, vou passar uma discussão sobre restringir a narração da habilidade ingame com o resto da staff, mas de qualquer forma não afetará no desenvolvimento dos seus golpes, só no uso independente talvez.

Seja bem vindo migo!

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MensagemAssunto: Re: Ficha de Diego Kaminari ( APROVADA )    

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